Este blog foi criado com o intuito de aprofundar e melhorar os conhecimentos da disciplina de Biologia do 12ºano.Serão apresentados documentos, textos,artigos relacionados com o programa de Biologia sobretudo sobre o tema da Biotecnologia.

terça-feira, fevereiro 28, 2006

Células-tronco do cérebro produzem insulina


Pela primeira vez, as células-tronco do cerebro foram estudadas no sentido de produção de insulina. A descoberta pode abrir caminho para novos tratamentos do diabetes tipo 1, que afeta principalmente crianças e jovens.

A diabetes do tipo 1 tem como consequêmcia a incapacidade do pâncreas produzir a insulina, hormônica que regula a quantidade de açúcar no sangue, o que força o paciente a ser dependente de injeções da substância. (De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 150 milhões de pessoas no mundo, especialmente crianças e adolescente, sofrem com a doença. ).

Inicialmente, em laboratório, os cientistas, induziram células-tronco que originalmente se diferenciariam em neurônios a se desenvolverem como células pancreáticas produtoras de insulina. Depois eles implantaram as células obtidas no fígado de camundongos e constataram que o novo tecido começou a produzir insulina.

No entanto, a quantidade de insulina produzida ainda não é suficiente para o tratamento de pacientes diabéticos, mas trata-se de um passo importante para o desenvolvimento de uma terapia.

Precursores do DNA são descobertos em estrela


Um grupo de cientistas holandeses descobriu a existência dos ingredientes básicos dos precursores de DNA no pó que cerca uma estrela.

Esses ingredientes foram detectados mediante o telescópio espacial Spitzer, da Nasa, na zona planetária da estrela - uma região onde, acredita-se, surgiram planetas de natureza rochosa, como a Terra.
Segundo os cientistas, esta é a primeira vez que se capta a existência desse tipo de gases, chamados acetileno e cianureto de hidrogênio, em uma zona planetária que não corresponde à do Sistema Solar.

Os gases foram descobertos na estrela identificada como IRS 46 na constelação de Ophiucus, cerca de 375 anos luz da Terra. A estrela está cercada por um anel plano de gases e pó que, em última instância, se aglutinam para dar forma aos planetas.
Os gases orgânicos como os descobertos em torno de IRS 46 também foram detectados em nosso Sistema Solar, especialmente na atmosfera de planetas gigantes e na lua Titã, de Saturno, assim como na superfície dos cometas.
Na presença de água, o acetileno e o cianureto de hidrogênio se unem e formam as unidades químicas essenciais da vida, o DNA e as proteínas. Segundo Geoffrey Blake, um dos autores do estudo, em um tubo de ensaio e sobre uma superfície adequada na qual esses ingredientes possam concentrar-se e reagir quimicamente "se obtém uma amostra de compostos orgânicos, incluindo aminoácidos e uma base de DNA chamada adenina".

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna
(texto com supressoes)

domingo, fevereiro 26, 2006

Estudos que alteram opiniões!


Uma nova pesquisa científica revelou que mulheres que comam alimentos OGM (Organismos Geneticamente Modificados) enquanto estiverem grávidas poderão prejudicar os seus bebés ainda por nascer.

O estudo - levado a cabo por um cientista da Academia Russa de Ciências - descobriu que mais de metade da descencência de ratos alimentados com soja modificada morreu nas primeiras 3 semanas de vida, 6 vezes mais que os nascidos de mães alimentados com uma dieta normal e apresentavam igualmente peso a menos. A pesquisa é apenas uma de uma série de recentes estudos que estão a fazer reviver os medos que os alimentos OGM prejudiquem a saúde humana. Um estudo italiano descobriu que a soja modificada afectava o fígado e o pâncreas dos ratos. A Austrália abandonou uma tentativa que durava há uma década de desenvolver amendoins modificados quando um estudo oficial revelou que provocavam danos nos pulmões.
Um outro estudo (realizado em UK) demonstrou que os ratos com uma dieta rica em milho transgénico tinham rins mais pequenos e apresentavam mudanças na composição sanguínea, o que sugeria possíveis danos nos seus sistemas imunitários, do que aqueles com dietas convencionais.

Neste sentido, estudos como estes ameaçam ter um efeito explosivo na já hostil opinião pública.

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Mosquitos Transgénicos


No Laboratório de Mosquitos Geneticamente Modificados Departamento de Parasitologia no Instituto de Ciências Biomédicas da USP , sendo coordenadora do Laboratório de Mosquitos Geneticamente Modificados, a pesquisadora Margareth Capurro busca criar mosquitos transgénicos para alcançar uma cura para a dengue, uma vez que o Aedes aegypti já esta resistente ao "fumacê". O objectivo final, explica Capurro "é a criação de uma linhagem de mosquitos transgénicos incapazes de transmitir a doença".
A pesquisadora já desenvolveu genes híbridos (mistura de "pedaços" de genes construídos em laboratório) que, ao serem inseridos nos mosquitos, poderiam impedir a transmissão da malária nas galinhas. Capurro iniciou suas pesquisas durante o seu pós - doutoramento em Irvine, na Califórnia, onde criou um gene sintético, com pedaços de genes de mosquitos e de camundongos, programado para produzir um anticorpo que impedia o plasmódio (protozoário que causa a malária) de migrar para a saliva do mosquito. Nessa pesquisa conseguiu reduzir em 99% o número de protozoários na saliva do mosquito.
Não existem limites técnicos para as aplicações da transgenia. Cientistas estão continuamente aperfeiçoando as técnicas de "criação" de animais transgénicos, principalmente no que diz respeito aos estudos com o intuito de solucionar problemas da saúde humana. Apesar da euforia, esse procedimento exige controle, pois ainda pouco se sabe sobre os possíveis efeitos secundários nos animais e em seus descendentes. A utilização de animais transgénicos, criados especialmente para buscar a cura de doenças específicas, vai ajudar também na diminuição de sacrifício da vida animal em benefício da saúde humana

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Os que se sacrificam por nós: as cobaias!


Cobaia : como variação de cobaio; "pequeno mamífero roedor (Cavia porcellus) conhecido vulgarmente como preá ou porquinho-da-India". Para os cientistas a designação cobaia se estende a ratos, camundongos e coelhos usados em laboratórios.Em virtude de suas características biológicas, a cobaia tornou-se um dos animais preferidos para experiências científicas na área biomédica, a tal ponto que a palavra cobaia adquiriu uma acepção errónea, de objecto de experiência passando a designar "qualquer pessoa ou animal que se submete a experiências com fins científicos".

O uso de animais como cobaias vem de muito longe. Estima-se que desde o século XIX eles sejam usados na busca de solucionar problemas de saúde do homem. O primeiro experimento desse género realizado com sucesso foi feito em 1982 quando o DNA de um rato foi introduzido em um camundongo. Actualmente, os avanços na biologia molecular e na genética, já permitem aos pesquisadores fabricar suas cobaias de acordo com as necessidades do estudo que pretendem realizar.

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Esteroídes



Os corticosteróides são derivados da cortisona, uma hormona que ocorre naturalmente no corpo.

O nome "cortisona" vem de córtex (camada externa), uma vez que a hormona é produzida no córtex adrenal. A cortisona é uma hormona produzida em caso de stress. A cortisona tem vários efeitos no nosso corpo, incluindo aumentar os níveis de açúcar no sangue e inibir os processos metabólicos como a digestão alimentar e o desenvolvimento muscular, mas o efeito mais útil na EM é a supressão do sistema imunitário. Tem um efeito anti-inflamatório. Os corticosteróides administrados são ligeiramente diferentes da cortisona do nosso corpo, mas têm o mesmo efeito.

Cortisona e/ou esteróides?

Todas as substâncias derivadas da cortisona e utilizadas para fins médicos são como grupo denominadas de glucocorticóides, corticosteróides ou esteróides como abreviatura. Existem diferentes tipos de glucocorticóides, apresentando diferenças no que se refere ao seu efeito e actividade biológica.

domingo, fevereiro 19, 2006

Tratamento com Botox pode ser útil no combate ao cancro


Washington, 15 Fev (Lusa) - O tratamento de Botox contra as rugas poder á ser importante na luta contra o cancro, melhorando a capacidade de resposta à quimioterapia e à radiação, sugere um estudo publicado hoje na revista Clinical Cancer Research" O tratamento de Botox injectável consiste em reduzir temporariamente as linhas ou rugas que aparecem perto da zona ocular de pessoas entre os 18 e os 6 5 anos.
Consiste na aplicação de uma proteína purificada produzida pela bactéri a Clostridium botulinum que reduz a actividade dos músculos que produzem essas l inhas e rugas.
Também é utilizada em tratamentos contra espasmos faciais, estrabismo e outros tipos de hiperactividade muscular.
Agora, uma investigação levada a cabo em ratos de laboratório, dirigida por Bernard Gallez, professor de Farmácia na Universidade de Lovaina, na Bélgic a, mostrou que a proteína produz uma dilatação vascular que permite uma destruiç ão efectiva das células cancerígenas mais resistentes.
Até agora grande parte da investigação dos tratamentos contra o cancro tinha-se baseado numa técnica totalmente oposta: reduzir o crescimento vascular para impedir que os nutrientes chegassem às células malignas.
Segundo assinala o artigo sobre a investigação, nos casos em que a quim ioterapia e a radiação foram os métodos tradicionais, a maioria dos tipos de can cro desenvolveu uma crescente resistência.
Este fenómeno teve como resultado a aplicação de quimioterapias e radia ções cada vez mais tóxicas e a procura de medicamentos que pudessem vencer a res istência dos tumores.
Segundo explicou Gallez, a toxina poderia inibir a contracção dos vasos do tumor e melhorar a capacidade de resposta à radiação e à quimioterapia.
Na investigação, os cientistas utilizaram dois tipos de tumor, um fibro sarcoma e um tumor hepático.
A proteína foi injectada nos tumores quando estes registaram um crescim ento de cerca de nove milímetros e as análises realizadas três dias depois revel aram a esperada dilatação muscular.
"Este é o primeiro modelo experimental que demonstra a forma como o Bot ox pode influenciar a reacção dos vasos capilares que alimentam os tumores", sub linhou Gallez.
Acrescentou também que o Botox parece oferecer a vantagem da selectivid ade e a ausência de efeitos tóxicos, assim como um efeito muito mais prolongado que outros agentes na estrutura vascular.
Ainda assim, Gallez assinalou que é necessário realizar mais estudos pa ra determinar se este novo método pode ser útil no tratamento de cancros em sere s humanos.
SV.



Fonte: www.lusa.pt

domingo, fevereiro 12, 2006

Cientistas descobrem nova forma de mapear DNA


Uma equipa de pesquisadores espanhois descobriu uma nova forma de mapeamento do DNA, abrindo caminho para o desenvolvimento de novas terapias contra tumores, informou nesta terça-feira em nota o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC).
A equipa dirigida pelo investigador Miquel Coll expõe que a união entre um remédio e o DNA permitirá desenvolver uma quarta geração de fármacos que atuam diretamente no DNA,

Esse tratamento começou a ser desenvolvido nos anos 60, quando a estrutura de dupla hélice do material genético foi descoberta, permitindo assim combater diversas doenças infecciosas e o câncer.
No estudo, Coll utiliza um fármaco sintético (parecido com um tablete de chocolate) colocado no DNA quando três hélices duplas se cruzam em um só ponto, fenómeno observado em doenças como a distrofia miônica, o mal de Huntington e nos casos em que o material genético se duplica, como acontece durante o crescimento de tumores.
O fármaco é colocado em uma cavidade formada pelo entroncamento das três hélices, o que bloqueia o desenvolvimento do DNA "como se fosse uma barreira", explica o investigador espanhol.
Este tipo de união é diferente das outras três conhecidas até o momento, que serviram de base para vários tipos de estudos terapêuticos aplicados habitualmente em tratamentos contra o cancro.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI868551-EI296,00.html

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Técnica do DNA recombinante


A tecnica do DNA recombinante permite produzir moléculas de DNA apartir da combinaçao de genes com proveniencias diferentes. è possivel produzir um gene humano em bacterias, para que estas produzam, em larga escala, uma proteina humana.
Esta tecnica permite obter entre outros, OGM (organismos geneticamente modificados), sendo muito utilizada na engenharia genética.

Esta tecnica tem, então, as seguintes aplicações:

- Estudo da estrutura dos genes;
- Terapia génica;
- Melhoramento animal e vegetal;
- Criação de modelos animais;
- Obtençao de grandes quantidades de proteínas raras;

Esta ultima, tem sido a que tem produzido resultados mais concretos e imediatos. A engenharia genética tem sido determinante na fabricação de proteinas preciosas para o tratamneto de doenças humanas e para a criação de vacinas. As bactérias que transportam um gene clonado tem a capacidade de multiplar indefenidamente essa sequencia de DNA, bem como produzir a proteína que o gene codifica. Neste sentido, podem ser utilizados como verdadeiras indústrias de proteínas humanas. A vacina, a insulina, a hormona do crescimento o interferão ou o teste da SIDA sao alguns exemplos deste tipo de tecnlologia.

Manipulçao genética provoca ternura e fidelidade


Todos nós gostamos de actos de ternura por parte dos nossos companheiros, mas será que os ratos também apreciam estes actos??

Ajudados pela manipulação genética, investigadores conseguiram tornar ratos mais ternos e fiéis para com as fêmeas. É a primeira que se consegue mudar o comportamento complexo de uma espécie aplicando-se terapia genética.
Cientistas da Universidade Emory, usaram um vírus para inserir um gene específico na área do cérebro de roedores que é responsável por sensações de recompensa e habituação. Nos seres humanos, essa área tem as mesmas funções, o que torna este estudo duplamente interessante e preocupante.
O investigador Larry Young, que participou no estudo, disse estarem interessados em saber como é que o cérebro estabelece as relações sociais para poder descobrir porque é que , em algumas doenças, como o autismo, as pessoas perdem o interesse pelas outras.
Um especialista da Universidade de Bristol, citado pelo site da revista Nature, resumiu o que se fica a pensar depois de conhecer esta experiência : "É extraordinário e quase assustador como se pode mudar o comportamento relativo à relação entre seres, mudando um único receptor no cérebro".

sábado, fevereiro 04, 2006

"o Clone" - consequencias futuras


O homem nunca apredeu o verdadeiro significado da palavra limite e nunca ligou se um dia iria há vir sofrer com esse erro de pensar que tudo está ao seu alcance , mas o homem hoje teme com medo de não conhecer, o desconhecido. Será que vale a pena clonar vidas humanas? Mas a pergunta certa seria se isso é uma necessidade para o futuro, ou apenas capricho de certos homens.

Países como os EUA são contra a clonagem humana. Há vários projetos em tramitação no congresso americano, sendo o mais brando assinado pelo senador Eduardo Kennedy no qual aceita que se façam experiências, mas elimina suas aplicações práticas. O projeto menos conciliador considera que basta estudar o processo para que se realize um crime. Mas está claro que esses argumentos não vão impedir que cientistas acreditem e confiem nos benefícios da clonagem e, com argumentos igualmente fortes, também dizem o que pensam. Por exemplo, um paciente com leucemia, que é causada por um defeito nas células do sangue. O objetivo seria substituir essas "peças estragadas" por outras perfeitas. Para isso bastaria fazer um clone só da parte interessada em recuperar-se e não do indivíduo inteiro: basta copiar uma parte da sua medula espinhal, o órgão que fabrica as células do sangue. Introduzido no paciente, a réplica de medula purificaria a circulação, destruindo o câncer pela raiz. É por isso que muitos cientistas não se posicionam contrários ao desenvolvimento dessas técnicas, pois eles sabem que não é bom frear as pesquisas potencialmente úteis à medicina. Walter Pinto ainda diz: "em curto prazo, a clonagem poderia resolver o problema de casais que não podem se reproduzir ou de casais homossexuais. Casais de lésbicas poderiam fazer clones de si mesmas sem usar o sêmem de um homem". O grande problema que se discute é a forma como vai ser usada essa tecnologia, pode ser para o bem ou para o mal, assim como ocorreu com a tecnologia nuclear, que acabou sendo transformada na bomba atômica. Se for bem utilizada, a humanidade pode ganhar muito, se não, as consequências podem ser incalculáveis. Hoje, e possivelmente no futuro, sem querer ser pessimista (!), qualquer tecnologia possui um lado negativo a par do que de bom nos dá, tornando-se imprescindível criar uma tecnologia com o mínimo de desvantagens face ao que é vantajoso, com vista a um melhor futuro; o mais importante será optar pelo mais vantajoso com o mínimo de efeitos negativos, pois existirá sempre algo negativo. É de referir ainda que produtos da ciência e tecnologia devem ser aprovados em público e debatidos para que se salvaguardem a moral e a ética.

Fonte: http://col1107.vilabol.uol.com.br/

A Engenharia Genética na trilha da cura de doenças humanas


Desde 1973 as aplicações da manipulação genética têm alcançado diversas áreas, como a Medicina, a agricultura e a pecuária. Esse procedimento baseia-se na obtenção de moléculas híbridas de DNA, resultantes da fusão de trechos de DNA de diferentes espécies, técnica conhecida como DNA recombinate (ou Engenharia Genética , como é mais usualmente chamada).Na Engenharia Genética, são habitualmente empregados microrganismos, principalmente bactérias. Além de seu cromossoma circular, as bactérias geralmente possuem plasmídeos , que são outras porções de DNA dispersas no citoplasma. Eles conferem algumas vantagens às células portadoras e podem ser transferidos de uma bactéria para outra.O processo inicia-se com o fraccionamento de DNA humano em pontos específicos de sua sequência de bases, por meio do uso das endonucleases de restrição, enzimas extraídas de bactérias, que funcionam como "tesouras químicas". Depois os cientistas usam essas enzimas para abrir os plasmídeos , segmentos circulares de DNA encontrados em bactérias. Então os fragmentos de DNA humano são unidos aos plasmídeos bacterianos por meio de outro tipo de enzimas, as ligases. Finalmente, penetrando em bactérias, os plasmídeos são usados como vectores (ou veículos) do material genético humano. Absorvendo os plasmídeos, as bactérias passam a obedecer às ordens que o DNA humano determina.Organismos transgénicos ou, mais correctamente, organismos geneticamente modificados são aqueles que contêm gene de outra espécie inserido em seu material genético. Diversas substâncias podem ser produzidas por bactérias modificadas geneticamente, pela incorporação dos genes que contêm as informações para sua produção. Animais transgénicos vêm sendo utilizados como modelos para estudo de doenças, como o diabetes e o cancro; é grande, também, seu potencial como sistemas biológicos produtores de proteínas com finalidade terapêutica.